curiosidadeseducaçãocelebridadestecnologiasaúdemúsicacinemateatro
 
música .: 09:28 - 08/03/2010
Katherine Jenkins junta erudito e pop
Aos 29 anos, galesa tornou-se um sucesso ao unir o erudito ao pop - e recebe quantidade considerável de críticas

Em uma noite, Katherine Jenkins faz um dueto com o tenor Plácido Domingo. No dia seguinte, canta ao lado da popstar Kylie Minogue. Aos 29 anos, essa galesa tornou-se um sucesso ao unir o erudito ao pop - e recebe quantidade considerável de críticas por isso.

"Believe", o sétimo álbum de Jenkins, ganha lançamento no Brasil - é o primeiro da cantora por aqui. Somados, os discos da mezzo-soprano já venderam mais de 4 milhões de cópias.

Além da participação de Andrea Bocelli, "Believe" traz uma versão de "No Woman, No Cry" e tem como single uma interpretação de "Bring Me to Life", música da banda rock-gótica Evanescence (dá para ver o vídeo da faixa no YouTube).
Nascida em uma pequena cidade (Neath) do País de Gales, Jenkins estudou canto na respeitada Royal School of Church Music e, adolescente, ganhou dois concursos promovidos pela Radio 2, emissora da BBC.

Canta de maneira clássica músicas de teor pop compostas por Per and David (já escreveram para Britney Spears), Gary Barlow (Take That), Steve Mac (Westlife), Simon Franglen (Céline Dion), entre outros.

Assim, segundo a galesa, ela incentivaria adolescentes e jovens a se iniciarem na música erudita. "É sempre importante interpretar música clássica com certo apelo pop para chamar novas audiências. Alguns a acham intimidante, então é importante mostrar que o erudito pode ser ouvido por todo mundo", disse.

Jenkins conta que começou a cantar aos quatro anos, e foi levada ao erudito por um professor. Como influências, cita Maria Callas, Pavarotti, Plácido Domingo, Andrea Bocelli, Judy Garland, Doria Day, Barbra Streisand, Madonna.

Sim, Madonna. "Gosto de como ela se reinventa e consegue continuar interessante e relevante depois de tantos anos."
Mas essa aproximação vem acompanhada de pesadas críticas. Tim Ashley, crítico do "Guardian", escreveu: "Ela não pode ser chamada de cantora clássica. Sua voz não é forte o suficiente". A soprano neozelandesa Kiri Te Kanawa a chamou de "cantora fake", por cantar com microfones.

Assessores de Jenkins responderam: "Estamos surpresos [com a declaração], já que Kiri cantou "The Flower Duet" com Katherine em seu [de Jenkins] álbum "Serenade", e por uma quantia nada pequena".

Sobre as críticas, Jenkins diz: "Bem, as pessoas são rápidas em julgar. Dizem que não posso cantar óperas, mas nunca me intitulei uma cantora de ópera. Mas não as leio mais".

E a próxima turnê de Jenkins, neste ano, deve alimentar a fúria contra ela. "Não será só um concerto clássico. Haverá danças, telões. Coisas que as pessoas não imaginam." As informações são do jornal Folha de S. Paulo.


# Comentários Comentar

Seja o primeiro a comentar essa notícia.


  Interação

Imprimir
Enviar por e-mail
Comunicar erro
Delicious
Digg
Google bookmarks
Reddit
Windows live
Yahoo my web

  Confira também

Madonna lança nova linha de moda jovem

Novo álbum de Michael sai em novembro

Ivete vai exibir ensaio para show em NY

Mutantes anuncia nova turnê internacional

Ron Wood prepara mostra de arte nos EUA


Portal NO1 - 2010. Todos os direitos reservados. anuncie | quem somos | fale conosco | twitter | rss